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Prima de Daniella Perez fica revoltada com viúva de Guilherme de Pádua nas redes sociais

Na noite da última segunda-feira, dia 7 de novembro, a prima da atriz Daniella PerezBárbara Ferrante, surgiu com raiva nas redes sociais após Juliana Lacerda falar que a filha de Gloria Perez foi amante do próprio assassino, o ex-ator Guilherme de Pádua.

Em uma gravação, Bárbara respondeu as insinuações da viúva do pastor e indagou que a artista nunca teve um caso com o assassino. “Não, Juliana! O seu marido nunca teve um caso com a minha prima. Ele quis, claro, mas ela jamais teria, mesmo que ela não fosse completamente apaixonada pelo Raul [Gazolla]“, disse ela.

E continuou falando: “Mas ela era apaixonada pelo Raul, eu estive com ela no natal, no dia 26, assistindo o ensaio da peça deles e a Dani queria engravidar, queria ter filhos, construir a família dela, ela estava muito feliz, muito plena“.

A prima de Dani Perez, então, fez um pedido para que a mulher deixe os familiares em paz. “Vá chorar seu luto, vá ficar em paz, mas deixa a gente em paz. Se você quer aparecer, eu não sei, quer botar seu marido de santo, não sei“, encerrou. Guilherme de Pádua perdeu a vida no último domingo, dia 6 de novembro, vítima de um ataque cardíaco. O ex-ator ficou famoso por ter assassinado a atriz Daniella Perez com 18 facadas.

No dia da morte do ex-ator e assassino de sua prima, Bárbara publicou uma nota em seu Instagram alegando que não desejava a morte de ninguém, mas que comemorava a partida de Guilherme por conta do crime cometido por ele e sua ex-esposa. Crime no qual afundou a família Perez em dor e saudades.

Esposa de Guilherme de Pádua posta vídeo de suposto versão do assassino

Na última segunda-feira, dia 7 de novembro, a viúva de Guilherme de Pádua, ex-ator que faleceu neste último domingo de ataque cardíaco, publicou uma gravação em suas plataformas digitais de um homem contando a história do criminoso que tirou a vida de Daniella Perez, se passando pelo seu esposo, assassino da atriz.

Na gravação, o homem fala do crime na perspectiva de Pádua. “Eu tinha uma amante muito famosa e muito bonita. O marido dela não sabia, minha esposa também não. A minha esposa estava sensibilizada por causa de uma gravidez, descobriu sobre o relacionamento, e se escondeu no meu carro, indo até um encontro nosso”, inicia ele.

O narrador seguiu: “Ela assassinou a minha amante, e para que ela não fosse presa grávida, eu resolvi assumir a culpa. Só que a investigação percebeu que os ferimentos na foram feitos por um homem e sim por uma mulher. Continuei como coadjuvante do crime, e carreguei a minha cruz”.