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Mulher é presa após deixar seu bebê de 5 meses sozinho em casa e sair para beber

Uma mulher de 23 anos de idade teve a prisão preventiva decretada, na última quinta-feira, dia 27 de outubro, após deixar um bebê, de apenas cinco meses, sozinho em sua residência para sair para beber. O caso foi registrado na cidade de Maricopa, no estado do Arizona, nos Estados Unidos.

De acordo com informações da polícia local, o caso foi descoberto depois que Clare Margaret Meacham foi parada em uma blitz. A mulher, que dirigia sob efeitos de álcool, foi levada para delegacia da região e contou para os agentes de segurança que estava preocupada com o bebê que estava sozinha em casa.

Os agentes da polícia foram até a casa da mulher e escutaram um bebê chorando. A criança foi acolhida pelos oficiais e levado para o Departamento de Segurança Infantil. De acordo com as investigações, Clare Margaret estava fora de casa por pelo menos duas horas. Na prisão, ela revelou que tinha colocado o filho no berço e que não se lembrava de mais nada.

Registros do telefone mostraram que a mulher não tentou entrar em contato com nenhuma pessoa para cuidar do seu filho enquanto saía para ir a um bar local. Clare Margaret foi indiciada por dirigir embriagada e negligência infantil.

No Brasil, O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), criado em 13 de julho de 1990, estabelece que é considerada criança a pessoa até os 12 anos não completos e, adolescente, quem tem entre 12 e 18 anos de idade. Sobre essas pessoas, em seu artigo 5º, diz que “nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais”.

Apesar de nem todas as vezes ser reconhecida como tal, a negligência é uma forma de violência, e não somente isso: é a mais comum contra menores de idade. Se estima que nos serviços de apoio às crianças vítimas de violência no nosso país, cerca de 40% das pessoas atendidas foram vítimas de negligência.

Ela é caracterizada principalmente pela omissão dos pais em suas tarefas de prover o necessário para o crescimento e desenvolvimento da criança, e pode ocasionar consequências sérias que perduram por anos ou mesmo por toda a vida das vítimas.