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Ex-companheira de Carlos Bolsonaro faz denúncia grave e aponta: ‘Crime se resolve na Justiça’

Ex-namorada do vereador e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, Carlos Bolsonaro, a modelo Janaina Magalhães contou que perdeu trabalhos após descobrirem que ela morou um tempo na região Nordeste. Ela disse que vem sofrendo ataques.

“Eu tive um relacionamento com o Carlos Bolsonaro e, em 2019, quando a imprensa descobriu, eu cheguei a perder mais de 40 mil seguidores. Cheguei a ser agredida, quando eu morava em Fortaleza… Não sou cearense, tenho o Ceará no coração e vim pra São Paulo modelar, dei um tempo na advocacia e no Twitter estão se juntando para boicotarem os nordestinos. Algumas agências sabem que sou ex do Carlos e comecei a perder alguns trabalhos por meu DDD ainda ser 085. Já perdi quatro trabalhos de ontem pra hoje”, disse ela para a jornalista Fábia Oliveira, do ‘Em Off’.

Ela divulgou áudios em que uma produtora fala que não quer “nordestinos filhos da put*” em seus trabalhos. Com bastante raiva, ela decidiu denunciar as informações. 

“Eu vou tomar todas as atitudes cabíveis dentro da Justiça para quem continuar fazendo isso. Porque, apesar de ser bolsonarista, ele nunca pagou minhas contas e essa palhaçada que estão fazendo aqui é crime. Crime a gente resolve na Justiça”, contou ela. 

Janaína Magalhães teve uma relação com Carlos Bolsonaro entre 2017 e maio de 2021. Derrotado nas urnas, Jair Messias Bolsonaro não vai passar a faixa para o candidato vencedor Luis Inácio Lula da Silva em janeiro do ano que vem.

De acordo com a CNN Brasil, o atual presidente bateu o martelo e vai viajar no fim de 2022, deixando a atribuição de passar a faixa ao próximo chefe do executivo para seu vice, Hamilton Mourão, em ocasião inédita.

De acordo com as notícias, o candidato à reeleição, que foi derrotado nas eleições no segundo turno, decidiu fazer uma viagem durante o período do ano novo e não estará presente em Brasília para o evento de posse do adversário.

Momentos antes, Mourão, que foi eleito senador pelo Rio Grande do Sul, tinha falado que o presidente provavelmente iria entregar a faixa. “Isso é uma situação hipotética. Hipoteticamente, vamos aguardar o momento. Ele pode determinar que eu faça, ele pode dar outra determinação. Vamos aguardar. Mas eu tenho quase certeza de que o presidente vai“.